CSP – Companhia Siderúrgica do Pecém

CSP – Companhia Siderúrgica do Pecém

Implantação do Sistema de CFTV da Aciaria


Constituída em 2008, a Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP) é uma joint venture binacional formada pela brasileira Vale, uma das maiores mineradoras do mundo em minério de ferro, e pelas sul-coreanas Dongkuk, maior compradora mundial de placas de aço, e Posco, a 4ª maior siderúrgica do mundo. A CSP integra o Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP), no Ceará, dentro da primeira Zona de Processamento de Exportação (ZPE) brasileira, e é hoje uma das maiores e modernas Siderúrgicas do Brasil, com produção voltada para geração de aços laminados de alta qualidade para a indústria naval, de óleo & gás, automotiva e construção civil.

Constituída em 2008, a Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP) é uma joint venture binacional formada pela brasileira Vale, uma das maiores mineradoras do mundo em minério de ferro, e pelas sul-coreanas Dongkuk, maior compradora mundial de placas de aço, e Posco, a 4ª maior siderúrgica do mundo. A CSP integra o Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP), no Ceará, dentro da primeira Zona de Processamento de Exportação (ZPE) brasileira, e é hoje uma das maiores e modernas Siderúrgicas do Brasil, com produção voltada para geração de aços laminados de alta qualidade para a indústria naval, de óleo & gás, automotiva e construção civil.

Tendo como pilares “O respeito e o compromisso com a vida”, a “Gestão de riscos” e a “Melhoria contínua”, a CSP realiza investimentos constantes em segurança e melhoria dos seus processos, o que a levou a buscar um parceiro para implantar videomonitoramento por CFTV na área de Aciaria.

Constituída em 2008, a Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP) é uma joint venture binacional formada pela brasileira Vale, uma das maiores mineradoras do mundo em minério de ferro, e pelas sul-coreanas Dongkuk, maior compradora mundial de placas de aço, e Posco, a 4ª maior siderúrgica do mundo. A CSP integra o Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP), no Ceará, dentro da primeira Zona de Processamento de Exportação (ZPE) brasileira, e é hoje uma das maiores e modernas Siderúrgicas do Brasil, com produção voltada para geração de aços laminados de alta qualidade para a indústria naval, de óleo & gás, automotiva e construção civil.

Tendo como pilares “O respeito e o compromisso com a vida”, a “Gestão de riscos” e a “Melhoria contínua”, a CSP realiza investimentos constantes em segurança e melhoria dos seus processos, o que a levou a buscar um parceiro para implantar videomonitoramento por CFTV na área de Aciaria.

No processo de produção do aço, a Aciaria é a etapa em que o ferro-gusa líquido (produto do derretimento e mistura do minério de ferro com o coque e os fundentes) é recebido do alto-forno, passa pelos processos que irã transformá-lo em aço líquido e é transferido para as formas de lingotamento, de onde sairá solidificado, em sua forma final de lingotes.

Todo o transporte do aço líquido, em altíssima temperatura, para o manuseio na aciaria, é feito nas panelas, estruturas gigantescas, movimentadas ao longo da linha de produção pelas pontes rolantes. Para que esse transporte aconteça, as pontes dispõem de ganchos que são atracados e desatracados das panelas nas diferentes etapas do processo da aciaria.

Tradicionalmente o processo de atração e desatracação dos ganchos nos munhões é realizado pelo Operador da ponte, com a orientação de Operários próximos às panelas, que orientam a movimentação dos ganchos e confirmam se as panelas estão atracadas e prontas para serem movimentadas. O operador da ponte não tem visão dos ganchos e da panela, dependo das informações dos operários no chão da fábrica, num dos processos de maior risco em toda a linha de produção do aço.

Para proteger vidas humanas, eliminando a necessidade de presença humana numa das atividades de maior proximidade das panelas de aço líquido e, portanto, de maior risco, a CSP optou pela adoção de um sistema de CFTV com câmeras de vídeo capazes de proporcionar ao Operadores das Pontes Rolantes a visão total da atração e desatracação dos ganchos nos munhões das panelas. Com isso, a Companhia passou a realizar o manuseio e transporte das panelas sem a necessidade de supervisão de operários. As imagens do atracamento dos ganchos são transmitidas ao comando da ponte, possibilitando ao operador checar, com assertividade, se as panelas estão corretamente atracadas, antes de serem movidas.

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