Construtora Cyrela

Controle de acessos com reconhecimento facial gera economia de R$ 6 milhões/ano por canteiro de obras.

Em canteiros de obras da construção civil, a mão de obra circulante – pedreiros, mestres de obra, serventes, encanadores, etc – é majoritariamente terceirizada, além de ser empregada por “n” fornecedores distintos. O contingente de pessoas em circulação é elevado, tornando altamente complexo o controle de quais pessoas estão na obra e em que período de tempo. Uma vez que o pagamento aos fornecedores é feito por hora-homem, essa dificuldade facilita o superfaturamento e a cobrança de horas trabalhadas que não foram, de fato, executadas.

Além disso, para trabalhos em altura incidem uma série de exigências sobre os trabalhadores que, se não cumpridas, geram multas e punições pesadas que recaem não só sobre o fornecedor terceirizado, mas também sobre a empresa proprietária da obras. Em caso de acidentes, a empresa é considerada corresponsável, e pode inclusive
sofrer condenações relativas a pensões vitalícias, entre outros riscos.

Nas obras da construtora Cyrela, o Controle de Acesso era feito de forma manual: o terceirizado se apresentava na portaria da obra, e o encarregado – em geral, ele também um terceirizado, registrava numa planilha o horário de entrada e saída e o fornecedor ao qual o profissional estava vinculado. Não existia um controle efetivo sobre a regularidade da situação trabalhista: se o profissional estava com suas NRs e Exames de Saúde em dia, FGTS e INSS regulares, etc.

Ainda assim, o controle manual gerava gargalos no acesso às obras e filas na entrada e saída das obras. Além disso as perdas geradas por horas faturadas e não trabalhadas, o absenteísmo e a situação irregular dos trabalhadores erma uma constante em todos os canteiros de obras.

Por que Reconhecimento Facial?

Quando a Teltex iniciou o projeto de Controle de Acesso, as alternativas tradicionais – cartões RFID e impressão digital, foram prontamente descartadas. Os cartões ofereciam o risco de que os trabalhadores ou os vigilantes passassem o cartão de colegas ausentes e as impressões digitais de trabalhadores manuais são de difícil reconhecimento e gerariam
filas na entrada e saída das obras

O reconhecimento facial, por outro lado, é a prova de fraudes e extremante eficaz. Seu processo completo de reconhecimento, consulta e liberação da catraca acontece em milésimos de segundo.

Além disso, o sistema foi integrado a uma base de dados única de Recursos Humanos, de todas as obras.  Ao fazer o reconhecimento, o sistema consulta a validade da NR e ASO (Atestado de Saúde Ocupacional), bem como as contribuições ao INSS e FGTS. No caso do profissional estar com NR ou ASO vencida, o sistema barra o acesso do profissional. No caso do FGTS ou INSS em atraso, barra o acesso de todos os funcionários da terceirizada irregular.

Benefícios do Reconhecimento Facial

Com a adoção do sistema, a Cyrela calcula uma economia de R$ 6 milhões por ano em cada obra, em horas cobradas indevidamente, além de perceber muitos outros benefícios:

  • A empresa tem o controle total de todas as pessoas presentes na obra.
  • As filas de entrada e saída foram eliminadas.
  • Os riscos de processo em casos de acidentes de trabalho foram minimizados.
  • A adoção em novas obras é + rápida e barata do que quaisquer outros sistemas.
  • Não existem custos de aquisição, uma vez que o equipamento é locado somente pelo período de execução da obra.
  • Também não existem comprometimentos com a manutenção do sistema, uma vez que a mesma é prestada pela Teltex, dentro do contrato de locação.
  • A integração com a base de dados é transparente, uma vez que os dados dos terceirizados se encontram na nuvem.

Sistema de Controle de Acesso da Cyrela